HEPHEX›QUEM SOMOS
HEPHEX // QUEM SOMOS
Não começámos
numa sala de reuniões.
O Hephex nasceu dentro de uma oficina de metalomecânica a trabalhar, a da família de quem o fundou. Ninguém partiu de uma lista de requisitos nem de um estudo de mercado: o programa cresceu ao lado das máquinas, a resolver problemas que estavam a custar dinheiro naquela semana.
Nenhuma funcionalidade entra sem um problema real que a justifique.
É a régua desde o primeiro dia: explica o que o Hephex faz, e também o que recusa fazer.
A ORIGEM
Uma oficina a sério
Onde o programa nasceu
Orçamentos feitos em Excel e refeitos de memória. Prazos que só se descobriam furados quando o cliente telefonava a perguntar. Peças em produção cujo estado dependia de encontrar a pessoa certa. Dinheiro a escapar-se por sítios que ninguém sabia apontar.
Não é um cenário inventado para uma apresentação: era o dia a dia de uma oficina de metalomecânica da nossa família, e foi para o resolver que o Hephex começou a ser escrito. Cada módulo que existe hoje começou por ser uma fricção concreta, vista naquele chão.
- Construído ao lado de quem produz, não à distância
- Testado todos os dias numa operação verdadeira
- Cada funcionalidade nasceu de um problema com custo
A EXIGÊNCIA DUPLA
Servir uma casa e servir muitas
Porque existe o núcleo e existem os módulos
Desde o início o programa carrega duas exigências ao mesmo tempo: tem de resolver aquela oficina hoje, com tudo o que ela tem de particular, e tem de servir outras empresas amanhã sem ser reescrito de raiz.
É dessa tensão que nasce a arquitetura de núcleo e módulos. O núcleo é o que qualquer produção precisa. Os módulos são o que cada casa escolhe. E a personalização, que vai da lógica de negócio até ao tamanho dos botões, é o que faz o mesmo programa assentar em operações que não se parecem nada umas com as outras.
- Um núcleo obrigatório, nove módulos em catálogo e os que faltarem
- A adaptação acontece no processo, não numa janela de opções
- Ver o que se personaliza →
NO QUE ACREDITAMOS
Cinco convicções
O que decide quando há dúvida
Não são valores de parede. São as regras que usamos para decidir o que entra e o que fica de fora, e cada uma delas já custou pelo menos uma funcionalidade que parecia boa ideia.
- A solução mais simples que resolve o problema ganha. Facilidade de manutenção vale mais do que tecnologia impressionante
- Nada entra sem um fluxo real que o justifique. O porquê precede sempre o como
- Os números são explícitos e auditáveis. As margens são suas e vêem-se por inteiro, sem caixas-pretas a decidir preços
- Os dados são de quem os produz. Ficam onde o programa correr, com cópia de segurança nativa, e vão consigo se um dia mudar
- Dizer não faz parte. Um programa que aceita tudo acaba a não servir bem nada
AS FRONTEIRAS
O que o Hephex não faz
E não é por não termos pensado nisso
Esta lista mantém-se de propósito e diz-se antes da venda, não depois. Um fornecedor que diz que faz tudo está a preparar uma desilusão, e preferimos que a empresa saiba já onde ficam os limites.
- Não emite faturas certificadas nem faz contabilidade. Regista condições de pagamento e custos reais, e integra com o software de faturação que já usa
- Não faz cotação automática por inteligência artificial. O cálculo é seu, com margens que aplica e percebe
- Não faz planeamento automático da produção. Mostra-lhe a capacidade real e os atrasos que aí vêm; quem decide é quem manda na casa
- Não é um ERP genérico. É uma ferramenta de produção, e é aí que quer ser a melhor
COMO TRABALHAMOS
A prova antes da proposta
O processo, em duas frases
O primeiro passo é sempre mostrar o sistema real a funcionar, com processos e dados de produção, e sem compromissos. Só depois vêm as conversas com a direção e com quem está nas máquinas, o diagnóstico e o plano.
Nenhuma proposta é escrita antes de percebermos como a sua produção funciona. E o diagnóstico diz também, quando é o caso, onde não precisa de software nenhum.
- Sete passos, sempre pela mesma ordem, seja qual for o setor
- Entregar significa software a funcionar e pessoas formadas
- Ver o processo em detalhe →
PERGUNTAS FREQUENTES
O que nos perguntam antes da primeira reunião
O que é o Hephex?
O Hephex é um programa de gestão e otimização de produção construído à medida de cada empresa. Tem um núcleo obrigatório (dashboard, clientes, projetos, trabalhos, tramitações, fases do processo e permissões de membros) e cresce com os módulos de que a empresa precisa: nove já estão em catálogo, o resto constrói-se por medida.
Não sai de uma prateleira: cada instalação segue a operação real do cliente. Ver o que se personaliza.
Para que setores serve o Hephex?
Qualquer setor com produção. Não é uma promessa vaga: é a consequência de construir cada sistema à medida em vez de o encaixar num modelo único.
É no passo 05 do processo, a construção, que os módulos já provados ganham os fluxos e a terminologia de cada cliente.
Onde ficam os dados? Corre na nuvem?
Corre onde a empresa escolher: no servidor local, para quem prefere tudo dentro de portas, ou alojado online, para quem precisa de integrações e de ligação a outros programas. A escolha é sua e pode mudar mais tarde.
Os dados ficam sempre onde o programa correr, com cópia de segurança nativa. Nunca passam por nenhuma nuvem nossa e, se um dia mudar de fornecedor, leva a base de dados consigo.
O Hephex emite faturas certificadas?
Não. O Hephex não emite faturas certificadas nem faz contabilidade.
O módulo de Faturação regista as condições de pagamento e o histórico real de faturação e de custos, e pode integrar-se com o software de faturação que já usa, entre outros serviços.
O que entrega a instalação inicial?
A licença, o desenvolvimento e a implementação do software, a instalação no local, a configuração das fases e das permissões à medida da operação, todas as reuniões do processo e a formação das equipas.
O que inclui o apoio contínuo?
Atualizações de software, afinações e debug do que já foi entregue, apoio a dúvidas e reuniões de melhoria.
O tempo de apoio incluído acompanha o que há para manter: cresce com o número de módulos ativos e com o número de utilizadores da empresa.
Posso acrescentar módulos mais tarde?
Sim, a qualquer momento. Entram no mesmo núcleo e na mesma base de dados, como se tivessem estado lá desde o início, sem remendos ao lado do sistema.
O que são os graus Brasa, Chama, Fornalha e Fusão?
São os quatro graus de complexidade que classificam cada módulo, com nomes da escala de calor de uma forja, a subir. Quanto mais o módulo mexe com o resto do programa, mais alto é o grau.
Brasa só guarda dados e informações. Chama já tem regras e menus próprios e faz cálculos simples ou gera avisos. Fornalha cruza informação de vários módulos e influencia a produção. Fusão liga-se a tudo o resto, com cálculos fundamentais ou lógica funcional profunda.
Como começa o processo?
Por uma demonstração do sistema real, com processos e dados de produção e sem compromissos. Só depois vêm as conversas com a direção e com os funcionários, o diagnóstico e o plano.
Nenhuma proposta é escrita antes de percebermos como a sua produção funciona. Ver os sete passos.
E se precisar de uma funcionalidade que ainda não existe?
Construímos. Entra como módulo novo, enquadrado num dos quatro graus conforme o quanto mexe com o resto do programa.
É construído sobre o mesmo núcleo e a mesma base de dados, e não como um remendo ao lado do sistema. Se for possível imaginar, o Hephex é capaz de fazer.
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